Casada tarada

Certa vez empreendi uma viagem até Palmas – TO, ao retornar me encontrava na rodoviária esperando o horário de embarque, quando uma certa mulher me chamou a atenção. Era uma morena alta, em torno de 1,70 cm de altura, cabelos pretos longos, seis médio,em trono de 35 anos, e uma bunda capaz de desvirtuar qualquer santo, acompanhado de homem mais ou menos na mesma idade que segundo soube mais tarde era seu marido. Ao embarcarmos, observei que o homem que a acompanhava apenas colocou algumas de suas bagagens no porta embrulhos do ônibus e desembarcou em seguida. Qual não foi minha surpresa ao notar que a poltrona da bela morena era justamente ao lado da minha. Tratava-se de um ônibus tipo leito, com capacidade para apenas 26 passageiros, com poltronas que mais parecem uma cama, onde fornecem travesseiros e também cobertores. Ao sentar-se ao meu lado, a morena parecia a mulher mais séria do mundo.

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Loucura de mulher

No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre. Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim Chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem for te e amargo Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana. Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável. Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. 0 meu estado não era dos melhores eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível. Ela, carinhosamente sentou se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pemas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que

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Cunhada e a madrinha de casamento

Minha querida cunhadinha morava conosco (eu e minha mulher, sua irmã) e ainda estava desempregada. Ela gostosa como ela só (morena, peituda, bunduda, 24 anos) vivia saindo com as amiguinhas também putinhas. Numa semana qualquer, disse que foi convidada para uma big festa, e me pediu de “presente” uma cara calça jeans de marca, igual ao que eu havia dado para sua amiguinha boquinha de veludo (ver amiga da cunhada). Disse que tudo bem, mas que eu queria algo em troca. Ela me disse que fora o cuzinho (porque dizia que meu pau era grosso), faria qualquer coisa. Como sabia que ela gostava de olhar minhas revistas de mulher pelada, e apreciar as beldades que ali estavam fotografadas, disse-lhe que queria fuder com duas: ela e outra putinha. Ela ficou meu ressabiada, mas disse que ira procurar alguma. Dias depois, disse que nenhuma quis participar da festa, nem a boquinha de veludo (talvez por medo de serem taxadas de sapatão).

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38 anos e um cuzão delicioso

Eu conheci a morena Renata numa festinha particular, na casa de Ruth, que na época devia ter uns 38 anos de idade, rabuda, era solteira, e não tinha filhos.

Depois que eu demonstrei algum talento com dança, ficou fácil pegar a morena deliciosa. Porém, no começo, eu não pensei que ela me daria mole.

Fiquei com a Renata outras tantas vezes em festinhas realizadas na casa da Ruth.

Em uma das festas, numa sexta-feira à noite, estávamos eu, Renata e Ruth. A festa não havia começado, mas éramos os primeiros a chegar para aprontar o churrasco e beber cerveja à vontade.

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A mãe do meu amigo

Douglas é meu colega de faculdade desde o primeiro semestre e a cada dia conheciamos nossas afinidades e assim nasceu uma bela amizade, fazemos trabalhos de faculdade juntos e semanalmente vou à casa dele, numa dessas visitas conheci a mãe dele, uma senhora de 44 anos, mas muito inteira, bem enxuta. logo nasceu uma simpatia mutua, quando vou na casa dele , sempre sou bem tratado por ela, notava, também que cada vez que ia , ela estava com roupa provocante e ficava mais provocante ainda quando ele não estava por perto ou olhando. Algumas vezes fui a casa dele para terminar trabalhos de estudo, uso o computador dele, pois tem mais recursos que o meu, várias vezes que fui, o Douglas estava em horário de trabalho na empresa, portanto a mãe dele estava sozinha e sabia que eu iria, aí ela me recebia com roupa mais provocante ainda, mas sou muito encabulado e sem experiencia, achava até que era normal o jeito dela, nesse meio tempo passei a ler contos e me dei conta que mulheres que receberm assim são putas de esquema. quando uma vez li conto que

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Descobri meu desejo por pés

Olá, esse é meu primeiro texto aqui e eu preciso contar isso e não sei como reagir

Bom, lá estava eu e minha namorada na casa dos meus padrinhos. Todos tinham saído para ir na piscina e só restou nós dois num quarto, aí ela inventou de tentar me desenhar e eu entrei na onda, sentamos juntos num sofá pequeno e ela começou a me desenhar.

Neste momento eu reparei que os pés dela estavam se contorcendo ou se espriguiçando, e eu comecei a observar eles… No mesmo minuto eu já comecei a morder meus lábios e sentir uma vontade louca de pegar naqueles pézinhos… os pés dela são bem pequenos, chatos e com dedinhos fofos… Ela foi me desenhando e eu puxei um dos pés dela para perto das minhas pernas e comecei a fazer carinho e sentir com os dedos o pé dela.

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Gravei sexo com um casal em São Paulo

Olá galera da casa dos contos, eu sou o Rick e hoje vou falar sobre um casal que eu gravei a cena de sexo, e depois participei:

Tudo começou quando eu conheci Lara e Régis um casal bonito, Lara tinha seus 35 anos, morena, cabelos cacheados, bunda grande, e Régis corpo Atlético com 42. Foi no site de swing que conheci os dois. Regis me disse que tem o fetiche de ser filmados e observados. Eu sempre como um bom Voyeur, falei para ele conversar com a esposa sobre isso e ela aceitou. Quando nos encontramos, os dois estavam num restaurante, e começamos a conversa ali, e como um bom papo, começamos a beber, e fui convidado a ir na casa deles num bairro de São Paulo.

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