Curtindo fazer Sexo Anal

Se tinha uma coisa que me irritava profundamente num homem era a mania de querer comer o meu rabinho. Achava um absurdo e ficava uma fera quando algum parceiro insistia. Minha opinião mudou, no entanto, depois que comecei a sair com Emilio. No começo, ele também tentava, eu recusava, mas não me aborrecia tanto.

Aos poucos, porém, fui percebendo que ele tinha uma verdadeira tara pela minha bunda. Sempre que me beijava, acariciava delicadamente meu traseiro arrebitado. Quando transávamos, enfiava um dedo no meu cuzinho enquanto me comia deliciosamente. E, depois que fazíamos sexo oral, também lambia minha bunda e meu cuzinho, que ele fazia questão de lambuzar de saliva.

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Minha cunhada adorável

Tenho 42 anos, moro na Bahia e nas férias fui visitar meu irmão mais novo que reside em Vitória, no Espírito Santo. Fui recebido muito bem pelo mano, pelas crianças, que me faziam de gato e sapato, e principalmente por minha cunhada, Nélia, de 24 anos, que é uma graça. Alta, com jeito de ninfeta, com um corpo de fechar o comércio. Mas nunca me passou pela mente a experiência que viveria ali.

Certa noite acordei com sede e me dirigi à cozinha. Ao passar pelo quarto do mano a luz estava acesa e ouvi uns gemidos; como a porta estava entreaberta, arrisquei uma olhada. Quase tive um troço. Nele estava de quatro com a bundinha virada para a porta dando uma senhora chupada na caceta do mano. Fiquei atônito sem saber o que fazer. Vi a cunhada se abrir e por cima sentou guiando aquela verga para dentro de si, sempre de costas para a porta. Ela subia e descia, alisava os seios, se abaixava para beijar o mano. voltando a sentar-se. E eu admirado vendo aquela boceta engolir a pica do meu irmão. Quando gozaram, Nélia voltou a chupar aquela caceta até deixá-la limpinha. Meio atordoado pelo espetáculo. fui matar a sede de água, pois a sede de xota não seria possível.

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A virgem

Jorge era um homem maduro, casado, mas que não dispensava uma boa aventura, Adriana tinha 18 anos, morena jambo, estava na flor da sensualidade e da descoberta.

O destino fez com que seus caminhos se cruzassem. Jorge vendia títulos de clube de campo junto com seu amigo Matos e foram brindados com uma grata surpresa, seu supervisor os encarregou de ensinar o serviço para a jovem Adriana.

No começo os três saíam juntos, porém Jorge se mostrou com mais interesses, além de simplesmente lhe ensinar o serviço e combinou com Matos para que lhe desse um pouco mais de folga com Adriana.

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Comeram minha mulher e tomaram minha cerveja

Depois de algum tempo sem relatarmos as nossas aventuras, devido ao fato de termos encontrado alguns problemas, relacionado a uma pessoas se é que podemos chamá-lo de pessoa, pois imaginem vocês leitores, que somos do interior de São Paulo, onde as tradições são mais difíceis de serem rompidas, um indivíduo, nos perseguia com e-mails, telefonemas, até mesmo fazia plantão em frente a nossa casa, é que o infeliz nos reconheceu através de nossos relatos e para piorar segundo ele mora no mesmo bairro nosso, ele sempre se identifica como Paulinho. Mas vamos ao conto, o que realmente que interessa.

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Ela Queria muito…

Seria coincidência ou não… mas ao fechar minha empresa, volta e meia observava uma mulher fazendo sua caminhada diária. Pontualmente, as 18 horas, eu estava passando a chave na porta e ela aparecia do nada, caminhando. As vezes, empurrava um carinho com um bebe recém-nascido, as vezes estava sozinha. Era uma mulher na faixa dos 30 anos, morena, estatura media, e não aparentava ser a mãe da criança que estava no carrinho. Corpo formado. Curvas generosas. Cabelos na altura dos ombros. Aquelas roupas coladas no corpo, marcando coxas, bunda, peitos. Não perdia a chance de dar uma olhadinha no seu rebolado. Foram tantas as vezes que ela passou exatamente no horário, que quando ela não aparecia, eu dava uma olhada na rua, pra direita e pra esquerda, procurando-a. Uma tarde próximo das 18 horas, minha secretária me passa uma ligação dizendo ser uma mulher de nome Silvia, que queria falar com o proprietário da firma.

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Minha casada safada

Ao contrário de muitos contos que são publicados nesse e em diversos sites do gênero na Internet, esse aqui é verdadeiramente real e os nomes não foram trocados, justamente porque uma das coisas que nos excitam é o risco de sermos descobertos, esse gosto pelo proibido que nos une. Não vou dar muitos detalhes de como nos conhecemos (pelo menos não por enquanto), mas o importante é que atualmente somos amantes, nos amamos muito e temos um tesão um pelo outro que aumenta a cada dia e nos leva a nos deliciar cada vez que conseguimos escapar de nossos compromissos (somos ambos casados, eu me chamo Reginaldo, 31 anos, 1,72 m, 73 kg e ela Mariana, uma delícia de 29 anos, cabelos compridos e selvagens, seios deliciosos, lábios carnudos, alta, com uma bunda muito gostosa) para nos perder nos braços um do outro.

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Fantasias do marido me atiçam demais

Ola boa noite, me chamo Renata tenho 34 anos morena e um corpo gostoso apesar de nao malhar kkkk ando sempre bronzeada pois meu marido adora muito, e sou casada com o Marcos de 40, e temos 1 filha de 6 anos, o marcos e um excelente pai excelente marido, sabe me fazer feliz sempre. O fato que vou relatar aqui e veridico e aconteceu ano passado 2019 .Somos um casal bem cúmplices mesmo de muita confiança um no outro nunca tivemos grandes crises no casamento e na cama sempre fomos bem quentes temos aquela opinião que entre quatro paredes vale tudo que o casal queira. Ja fizemos muitas loucuras muitas mesmooo. Tudo começou numa sexta feira a noite, o Marcos chegou do trabalho foi direto tomar um banho depois de uma semana pesada pra ele tão pesada que passamos a semana sem fazer nada! Que e muito raro isso acontecer aqui. Sabendo disso me cuidei durante o dia me depilei fiz unhas me arrumei toda, coloquei 2 vinhos pra gelar preparei uns petiscos fiz lateralmente um happy hour em casa so eu e ele kkkkk. Quando saiu

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